sábado, 17 de novembro de 2007

NOTÍCIAS DO DIA

Pastores usam luta livre para atrair jovens à igreja

da BBC Brasil
Um grupo de pastores americanos encontrou uma forma diferente de atrair jovens para a igreja: noites de luta livre seguidas de orações.
Na pequena cidade de Kingsville, no estado americano do Texas, os pastores cristãos, que também são lutadores profissionais, sobem ao ringue cinco vezes por semana para fazer da religião um hábito para os jovens.
"Nós somos lutadores cristãos. Temos tatuagem, cabelo comprido e amamos o senhor", diz um dos pastores. "Os jovens vão sair daqui e dizer que entenderam o Evangelho de Jesus Cristo por meio da luta livre. Deus está em toda parte, inclusive na luta livre", afirmou.

"Diário do Comércio" aborda aspectos sutis da lei de homofobia


BRASIL (*) - A edição de segunda-feira do jornal "Diário do Comércio" dedicou uma página ao PL 122/06. Sob o título "Homofobia ou didatura gay?", o jornal paulistano aborda questões pouco discutidas até o momento e presentes no projeto de lei, como a mudança na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no Código Penal e a restrição à liberdade de culto e expressão no Brasil.

"Aprovar o projeto do jeito que está é instaurar a ditadura gay no Brasil em nome da não-discriminação. É a criação de um crime de opinião", defende o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), na reportagem.

O presidente da Comissão de Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), José Luiz de Oliveira, explicou que " há religiões que não concordam com o comportamento homossexual por uma questão de doutrina, são marcos irremovíveis que precisam ser respeitados", diz ele, que defende uma lei para coibir o preconceito, mas sem excessos.
De acordo com o advogado, o PL 122/06 "fere o princípio constitucional da liberdade de crença e expressão, e destrói qualquer manifestação que atinja a liberdade religiosa de exortação quando um pastor, padre, sheik ou rabino fala dentro do seu templo".


Crianças são acusadas de bruxaria

Na África, crianças consideradas bruxas, são queimadas ou apedrejadas

Assinalados pelos boatos como "bruxas", cada vez mais crianças de Kinshasa são expulsas de suas casas, deixadas à mercê da vingança da multidão e às vezes queimadas vivas ou apedrejadas. "O fenômeno adquire maior importância nos bairros pobres da capital da República Democrática do Congo", comenta o pastor evangelista Lobela Mati, que afirma receber regularmente pedidos de famílias que recorrem a ele para que "exorcize crianças bruxas".

A imprensa dá conta, também regularmente, de "casos de crianças bruxas". Em meados de setembro, um garoto de 14 anos, acusado de ter enfeitiçado uma mulher, foi torturado até morte. "Até crianças bem pequenas ainda são acusadas de bruxaria", assinala o pastor Mati, acrescentando que há pessoas "que estão sempre dispostas a submetê-las ao suplício do colar" (pendurar-lhes um pneu no pescoço e atear fogo).

A bruxaria é uma crença enraizada na tradição de muitas sociedades africanas, mas em geral o bruxo ou bruxa é um ancião ou anciã sem filhos. Mas hoje são principalmente as crianças acusadas de bruxaria. A origem deste fenômeno, recente em Kinshasa, não está clara. Segundo o médico Tshimanga, que tem uma clínica na cidade, procede de Kasai (centro do país), onde se acredita que se pode fazer com que um menor interiorize a bruxaria já no momento de seu nascimento. Segundo essa crença, pode-se transmitir a um recém-nascido o poder de enfeitiçar.
"É fácil imaginar o perigo que representa a propagação de tal crença", assinalou o médico, acrescentando que "a tendência é jogar a culpa dos males da comunidade nas crianças, seres fracos e indefesos". Marie-José, mãe de família, afirma que os adultos exploram a ingenunidade das crianças para convencê-las de que transmitem o "kindoki", o "mau espírito". A maioria dos menores encara isso em princípio como uma brincadeira, mas depois se dedica a fundo, divertindo-se com o medo que provocam.
Fonte: Site Elnet

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

CONSTITUIÇÃO NÃO PODE SER DESMORALIZADA PELO CONGRESSO

O pastor e apresentador de TV, Silas Malafaia, mostra que no Brasil o cidadão tem o direito de opinar e discordar de qualquer coisa; de qualquer coisa, vírgula, porque a comunidade gay está numa batalha para que o Congresso aprove lei que venha beneficiar a classe. Ou seja, ninguém poderá discordar de sua opção sexual. Se essa lei for aprovada, o próprio Congresso Nacional que fez a Constituição vigente vai desmoralizá-la. É como se todo o esforço feito naquela ocasião de nada valesse.
Por isso, em boa hora o pastor Silas Malafaia expressa o seu sentimento de profeta deste País e fala, sem medo, sobre o caso da Mordaça Gay. Assista ao vídeo.

HISTÓRIA




A Igreja Batista Independente em Parnaíba foi fundada há oite anos como congregação da Igreja Batista Expansão de Brasília por iniciativa do missionário Raimundo Novaes. Depois desse período, ele entendeu que chegara a hora de aquela congregação passar a igreja, porém agora sob a direção da Convenção das Igrejas Batistas do Nordeste - CIBINE, conforme definição com a Igreja Batista Expansão e da Convenção do DF, CIBI e CIBINE.
Tudo definido, a CIBINE enviou o pastor-missionário Gomes Silva, que, oficialmente, assumiu a igreja no dia 31 de agosto do corrente ano.


FOTOS


Este é o grupo de gestos da IBIP durante ensaio
comandado pelos jovens Sterphanyohanson
e Emanuela Sakarov


Culto de louvor e adoração ao Senhor e Salvador
Jesus Cristo. Muita gente sendo curada e
renovada pelo Espírito Santo



ESTUDOS

ARTIGOS

Consciência Ministerial: um exercício diário do líder
Pr. Gomes Silva

Antes de falarmos sobre o tema acima citado, nada mais conveniente do que mostrar a definição de “consciência” na concepção filosófica e teológica.
Filosoficamente, “consciência”, em síntese, é a faculdade que o homem tem de julgar o valor moral dos seus atos (Dicionário de Filosofia).
Quanto à teologia, “consciência” é uma palavra derivada do latim conscientia, que é um composto da preposição con e scio, que significa “saber junto”, “conhecimento conjunto com outros”, “o conhecimento que compartilhamos com outra pessoa”. E ainda: a consciência é a faculdade mediante a qual a pessoa distingue ente o moralmente certo e errado, e que a impulsiona a praticar aquilo que reconhece ser certo, refreando-a de fazer aquilo que é errado, e que pronuncia julgamento sobre seus atos, executando-o dentro da sua alma (cf. Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã).
Consciência é o que todo líder precisa ter na sua caminhada diária como ministro do evangelho, eleito pelo Senhor dos senhores: Jesus Cristo para cuidar de Seu rebanho, enquanto a Igreja Santa e Imaculada não for tirada da terra.
O líder precisa inicialmente ter consciência de sua chamada, consciência do seu papel; consciência do trabalho a ser feito para manter o rebanho no rumo certo. Mas, para isto, ter consciência dos desafios que terá para lidar com ovelhas e os bodes cabeçudos.
Antes de continuar tenho que ser honesto, afirmando que não existe nenhum pastor (líder) perfeito. Mas precisamos ter consciência da responsabilidade que temos na condução do rebanho do Perfeito: Jesus Cristo.
Fico a lamentar quando vejo alguns amados vestindo roupa de pastor, que não foi feita para ele. E cujas atitudes me dizem que tal pessoa anda na contramão dos mandamentos de Cristo – João 21:15-17.
Jesus Cristo, que foi o maior líder e o maior formador de líderes da história, perdoou Pedro de suas três negativas e ainda incumbiu a pastorear suas ovelhas. E depois, o próprio Pedro, semelhantemente, convocou os líderes cristãos a exercer o ministério não contra a vontade ou por ganância, nem como um meio de dominador outras pessoas, mas sim, liderar pelo exemplo e ser recompensados pelo sumo Pastor (1 Pedro 5:1-4).
Em Mateus 20:25-28, Jesus Cristo revolucionou o conceito de liderança, quando mostrou aos discípulos que o líder cristão é um servo (Mateus 23:11). Não sabemos se entre os seguidores de Cristo, que ali estavam, existia algum que almejava status, riqueza, poder..., contudo sei que, se lá estivessem alguns dos nossos contemporâneos, certamente teriam ficado surpresos e decepcionados com tais declarações de Jesus, já que muitos pastores desconhecem o texto de Filipenses 2:5-11.
O homem, antes de pensar em ser um pastor, precisa ter consciência do seu chamado. Porque, certo disso, (e isso é obvio!) ele buscará conhecimento bíblico-teológico para exercer bem o seu ministério. Todavia, deverá buscar, ainda, nos pastores mais experientes, conselhos que lhes ajudarão a lidar melhor com o rebanho do Senhor.
Infelizmente – digo isto com muita tristeza -, existem muitos líderes espirituais que se consideram sábios o suficiente para não buscar essas ajudas e, na maioria das vezes, tomam decisões erradas, esdrúxulas, arrogantes e com instinto de perversidade, maldade etc. E ai daqueles que tentarem ajuda-los. Mas a Palavra de Deus nos alerta (Jeremias 23:1-4). Como sabemos, pastorear, qualquer pessoa pode fazer. Até mesmo um cachorro pode aprender a guardar um rebanho de ovelhas. A diferença estar em como lidar em cada situação, empecilho e desafios que surgem na caminhada, o que muitos ignoram.
A esses, faço as minhas palavras as de John MacArthur, Jr. Segundo ele, “pastorear um rebanho espiritual não é tão simples. É preciso ser mais que um caipira errante para ser pastor espiritual. Os padrões são altos, as exigências, difíceis de satisfazer (1 Tm 3:1-7). Nem todos conseguem unir as qualidades, e, mesmo dentre os que as juntam, poucos parecem se destacar na tarefa. O pastoreio espiritual exige um homem íntegro, piedoso, dotado de muitas habilidades. Ainda assim, ele deve manter a atitude e a postura de um menino pastor” (em Redescobrindo o Ministério Pastoral).
E por que tudo isto acima citado?
O que me levou a escrever este artigo “Consciência Ministerial: um exercício diário do líder” são os maus exemplos, vistos hoje em dia sendo praticados por muitos que estão na responsabilidade de conduzir bem o rebanho de Cristo.
Exemplos: Quando uma ovelha deixa de ir à igreja, cabe ao pastor procura-la para saber o que está acontecendo, mas têm líderes dizendo que a ovelha é que deve procura-los para dar explicação; quando uma ovelha está amuada e quase não fala com ninguém, alguém precisa fazer alguma coisa e esse alguém é o pastor. Se uma ovelha adoece, o pastor tem que visitá-la. Já vi caso de uma pessoa procurar o pastor para pedir uma orientação a respeito de tal fato e receber como resposta: tenho outras coisas mais importantes a fazer. Ta brincando!? Outros têm deixado a igreja sem doutrina, sem instrução, sem nada. E quando as ovelhas procuram uma boa alimentação em outros pastos verdejantes são perseguidas e colocadas de lado e esquecidas como se não fossem nada. Eles precisam ter consciência de que estão agindo de forma errada.
Nós pastores precisamos ter consciência de vários detalhes: o líder (pastor) deve cuidar do rebanho com amor, alimentar, conduzir, auxiliar, guiar, guardar, proteger e buscar as ovelhas perdidas. Temos que ser humildes para reconhecer nossos erros, saber que o bode precisa de rigor, mas reconhecendo que o rebanho não é só composto por bodes. Existem as ovelhas que precisam de cuidados especiais ou de um puxão de orelhas, simbolicamente falando, para voltar ao rumo certo e às práticas dos ensinamentos recebidos baseados na Bíblia.
Precisamos ainda ter consciência de que, na condição de pastor, não somos donos das ovelhas. Devemos cuidar delas sabendo que vamos prestar contas ao Senhor (1 Pedro 5:2-4; Hebreus 13:7 e 17).
(Abro esse parêntese para dizer que já fiz muita besteira como ovelha e como pastor; cometi muitos erros, mas nunca tentei tapar o sol com peneira; e sempre busquei ajuda de outros pastores – e até de ovelhas. E Por que não? -, com os quais aprendi muito. E isso não é demérito pra ninguém, e sim uma forma de melhorar o trabalho na Obra do Senhor, que deve ser feita com excelência mesmo com nossas deficiências).
Deixo alguns conselhos aos que acham que pode pastorear o rebanho do Senhor de qualquer jeito. Sirvam as ovelhas da mesma forma como gostaria que Deus lhes servisse; amem-nas da mesma maneira como gostariam de ser amados por elas. Contudo, não esqueçam de serem íntegros e exemplos para as ovelhas na Palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza (1 Timóteo 4:12 e 16) e sempre respeitando o direito dos outros.
Pare! Reflita o seu ministério. Veja-o com os olhos espirituais, e Deus vai te honrar a partir do momento que você reconhecer seus erros e acertos e pedir perdão pela negligência – se for o caso (Jeremias 48:10) e clamar por orientação e firmeza na condução das ovelhas.
Seja humilde, consciente e confiante!


GOMES SILVA é pastor, jornalista e Especialista em Comunicação Educacional Pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB
Atualmente pastoreia a Igreja Batista Independente em Parnaíba-PI

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